1 – Projeto Linear GS35B: a ideia do projeto
Em março de 2026 iniciei um projeto bastante ambicioso: a construção de um amplificador linear multibanda de 3,5 a 28 MHz utilizando o famoso tríodo GS35B, apelidado de Chernobyl 1.7
Sempre achei esse tríodo soviético um dos mais interessantes e bonitos já fabricados. Além da sua robustez, Dissipador cobreado, ele sempre despertou minha curiosidade e o desejo de construir um equipamento utilizando essa válvula.
Possuo experiência em elétrica, montagem elétrica industrial, montagens de painéis elétricos, CNC, CLP, mas foi por meio do radioamadorismo que dei meus primeiros passos no mundo da eletrônica de RF, desenvolvendo diversos projetos, como transmissores FM de alta potência, transmissores de TV e amplificadores de HF utilizando transistores bipolares e MOSFETs.
No início, eu contava apenas com alguns transformadores usados, uma carcaça reaproveitada de um antigo estabilizador industrial trifásico de 380V que havia queimado e um sonho enorme… absolutamente nada mais.

A principal dificuldade inicial consistiu em garimpar os componentes e, sobretudo, localizar um triodo GS35B disponível para compra. Diante da escassez dessa válvula no mercado, adquiri preventivamente alternativas como as GS46B e algumas unidades da 4cx1500, planejando eventuais adaptações no circuito caso a GS35B não fosse encontrada de imediato.
Até que, em um belo dia, meu amigo João PS7JK, integrante do grupo Montadores de RF, me mandou uma mensagem decisiva:
“Edson, achei à venda exatamente aqueles dois triodos GS35B que você tanto procurava!”
Não hesitei por um segundo. Fechei a compra imediatamente e, a partir dali, o projeto finalmente saiu do papel.
2 – Definição do projeto linear GS35B
Desde o início, decidi que o amplificador linear seria multibanda, cobrindo ao menos as frequências de 3,5 a 28 MHz (distribuídas em cinco bandas: 3.5, 7, 14, 21 e 28 MHz). Para isso, os projetos de referência basearam-se em artigos cedidos pelo amigo Adinei (PY2ADN) e efetuado algumas modificações pelo Iuri (Mosfetão) um grande incentivador desde o início do projeto.

3 – Seleção dos componentes do projeto linear GS35B
Em seguida, fui adquirindo os demais componentes aos poucos, Yvo, Luciano BBS e o Mosfetão, foram alguns que me venderam e doaram componentes como: capacitores de alta tensão do tipo doorknob, capacitores variáveis a ar, inclusive, dois capacitores variáveis a vácuo, que sempre foram itens desejados para esse tipo de construção, entre outros componentes e peças.
Com os principais componentes em mãos, finalmente chegou a hora de colocar o projeto em prática.


4 – Montagem do gabinete do amplificador linear GS35B


5 – Montagem da primeira bandeja: transformadores de alta tensão
Conforme expliquei o gabinete foi reaproveitado de um estabilizador trifásico e possui 3 divisões, então decidi fazer assim: 1 bandeja inferior será a bandeja de transformadores, a 2 bandeja será a bandeja dos acessórios (Soft starter, Bias, Retificação, Fonte 12v para os reles etc…) e a 3 bandeja superior será a bandeja de sintonia, onde ficara os circuitos PI e a Válvula GS35B.
O Trafo de alta foi reaproveitado e enrolado o secundário novo, todo o processo realizado no rebobinamento é possível acompanhar pelo link: https://py2erp.com.br/melhores-praticas-para-manutencao-de-equipamentos-eletricos/


6 – Montagem da segunda bandeja: fontes, Bias e circuitos auxiliares
Nessa bandeja ira ficar Retificação de HV, Soft starter, Retificação de 12V, Controle de Bias -36V, ATU para acoplamento de entrada, sistema de proteção do ventilador do deck pressurizado da valvula.

7 – Montagem da terceira bandeja: sintonia e válvula GS35B

Projeto do tanque PI de saída do amplificador linear
Essa é a parte mais critica do projeto, o sistema de PI de saída ou tanque de saida, segue os parâmetros principais que segui nessa montagem.
Considerei uma impedância de carga da placa de aproximadamente 2.000 Ω, que é a média utilizada em outros projetos, que posteriormente devera ser elevada a 50Ω
Fator de qualidade — Q
Para uma rede de saída destinada à operação em HF, um fator de qualidade na faixa de:
Q = 10 a 12
O valor final deve ser definido de acordo com a topologia da rede, faixa de frequência e características da válvula utilizada.
Capacitor de sintonia — Eu chamo de capacitor de placa, é o capacitor que recebe o DoorKnob que faz o bloqueio de DC vindo dos 3580VDC do choke de placa, Utilizei um capacitor de 1000Pf x 10Kv
Coloquei um capacitor de 250PF que acredito suportar uma tensão bastante elevada.
Capacitor de carga — Eu chama de capacitor de antena, é o capacitor de saída pra antena e o choke pi, choque de segurança.
Coloquei um capacitor de 600pf, abaixo do que os projetos utilizam 700 – 1000pf, esse capacitor será substituído futuramente por um de pelo menos 1000pf.
8 – Construção dos choques de placa, filamento e proteção PI
Choke de Placa.




Decidi por um choke multiseções, escalonado utilizando fio 0.5mm suficiente pra suportar uma corrente de pelo menos 1A, enrolados em um tarugo de teflon puro com seções de 25, 21, 19, 16 e 14mm, fabricado de modo que não ressone em nenhuma frequência, mais informações no vídeo: QRA MegaHertz (@qra_megahertz) | TikTok
Choque de Filamento:


Foram enroladas 14 espiras de fio esmaltado de 2 mm, utilizando dois fios em conjunto no formato bifiliar, sobre uma barra de ferrite de 10 mm de diâmetro por 100 mm de comprimento.

Choke PI ou choque de segurança.
Foi utilizado um choque de RF de aproximadamente 2,5 uH associado à saída, proporcionando um caminho adequado para a alta tensão em determinadas condições de falha, se o Doorknob de bloquei de DC falhar a alta tenção encontra ali um curto-circuito, desarmando ou queimando os fusíveis, impedindo que a alta tensão percorra o caminha da antena.
O choke também precisa ser construído de modo escalonado para que seja CEGO ao RF, não ressone em nenhuma das bandas que o linear ira funcionar, para que tenha a única função de segurança.
9 – Indutores e circuito PI de saída para as bandas de HF
- Tensão de placa: 3.580 VDC
- Potência RF: 1.600 W
- R placa: 2.000 Ω
- R saída: 50 Ω
- Q: 10–12
- Capacitor de Placa: aproximadamente 100–250 pF
- Capacitor de Antena: aproximadamente 500–1.000 pF
- Choque de placa: aproximadamente 158 uH
Indutor L1: dimensionamento para 10, 15 e 20 metros
Dados:
- diâmetro interno: 55 mm
- tubo: tubo de cobre de 6.3mm
- espaçamento: 10mm
- 11 espiras
*Obs: após testes com o NanoVna para o L1 cobrir a banda dos 40M são necessário mais 3 espiras.
Resultado aproximado com 11 espiras: 3.9 a 4.0 uH

Indutor L2: dimensionamento para 40 e 80 metros
Dados:
- diâmetro interno: 70 mm
- fio de cobre: 2.8 mm
- espaçamento: 5 mm
- passo 10 mm
- 28 espiras
*Obs: após testes com o NanoVna para o L2 cobrir a banda dos 80M são necessário retirar 3 espiras que foram inclusas no L1.
Resultado aproximado com 28 espiras: 24.4 uH

Associação dos indutores L1 e L2 para cobertura de HF
Dados:
- diâmetro interno: 55 / 70 mm
- fio de cobre: 2.8 / 6.3 mm
- espaçamento: 5 /10 mm
- passo 5 / 10 mm
- 39 espiras
Podemos considerar aproximadamente: 28.1 uH total

10 – Ajuste dos TAPS e medições com NanoVNA
Considerando a impedância da GS35B de 2000R
A resistência de ânodo é calculada dividindo a tensão de placa pela corrente de placa, multiplicada por uma constante específica da classe de operação.

Ou seja 1.2A x class AB constante 1.6 = 1.92
3070V / 1.92 = 1600 (1K6)
Anodo da GS35B tem um valor teórico de 1k6 de anodo considerando a queda de tensão, devemos incluir essa resistência de 1k6 para simular a impedância da válvula e um resistor de 50R na saída pra antena.
10mts Q 12
20mts Q 11
40mts a baixo Q 9

Configurando o NanoVna para realizar as medições nos TAPS do indutor:
Usar somente o S11 para medição de impedância, resistência, reatância e SRW.
1- Teste de LOAD – 50R = 1.0 em SWR
2- Smith = ponto no centro parado sem movimento.

Com o resistor de 1K6 na entrada do ANODO ao terra simulando a carga de anodo da válvula, a carga de 50R na saída e ao terra e os capacitores em posições intermediarias.
Exemplo para o TAP 1: no NanoVna stymulus 5 a 10 Mhz, Marke 1 em 28.350, Trace 0 em SWR ou SMITH, vai buscando o valor mais próximo de 50 + J0 ou seja R =50 e X=0 e o SMITH o ponto mais próximo do centro, fazer isso consequentemente em todos os TAPS:
TAP 1 – 10 metros 28,000 a 29,700
TAP 2 – 15 metros 21,000 a 21,450
TAP 3 – 20 metros 14,000 a 14,350
TAP 4 – 40 metros 7,000 a 7,300
TAP 5 – 80 metros 3,500 a 4,000




11 – Sistema de comutação de antena e controle de Bias
Para realizar a comutação entre a antena e o amplificador linear, foi utilizado um relé de alta potência DPDT Magnecraft W199AX-13.
A bobina do relé é alimentada com 12 V, através de um resistor de carbono de 50 Ω / 3 W e de um indutor de RF de 100 µH / 2 A, ambos ligados em série. Esse conjunto foi utilizado para proporcionar isolamento e filtragem da alimentação da bobina, reduzindo a possibilidade de que sinais de RF presentes no circuito de comutação retornem pela linha de alimentação.
Para proteção contra os picos de tensão gerados pela bobina do relé durante o desligamento, foi utilizado um diodo 1N4007 em paralelo com a bobina, funcionando como diodo de roda livre e absorvendo a tensão reversa gerada pela carga indutiva.
Como não foi utilizado um feedthrough para a passagem da alimentação através da blindagem do compartimento, foi acrescentado um capacitor de 100 nF / 1 kV, entre a alimentação e o aterramento. Esse capacitor atua como elemento de desacoplamento, oferecendo um caminho de baixa impedância para sinais de RF e contribuindo para a redução de ruídos e interferências no circuito.


Retardo no acionamento do Bias da válvula GS35B
Para o acionamento do circuito de Bias da válvula GS35B, foi utilizado um relé convencional de 12 Vcc, com contatos dimensionados para até 30 A, modelo SLA-12VDC.
Foi acrescentado ao relé um sistema simples de retardo no acionamento, com aproximadamente 100 ms. O objetivo desse circuito é estabelecer uma sequência adequada entre a aplicação do sinal de RF e a polarização da válvula, evitando que a o relé de comutação de antena esteja aberto quando passar o RF de alta potencia, como o atraso na polarização a válvula somente ira passar a amplificar após o rele de comutação estiver totalmente fechado.
O circuito de temporização é composto por um capacitor eletrolítico de 470 µF / 50 V, ligado em paralelo com a bobina do relé. A alimentação da bobina é realizada através de um resistor de 50 Ω / 3 W, ligado em série com a alimentação de 12 Vcc.

Também foi acrescentado um capacitor cerâmico de 100 nF para desacoplamento da alimentação, contribuindo para a redução de ruídos e transientes no circuito de acionamento.
Para proteção contra a tensão reversa gerada pela bobina no momento em que o relé é desenergizado, foi utilizado um diodo 1N4007, conectado como diodo de roda livre (flyback diode). Esse componente proporciona um caminho para a corrente armazenada na indutância da bobina durante o desligamento, reduzindo o pico de tensão que poderia atingir o circuito de comando.
Como funciona o circuito de temporização do Bias
Ao aplicar os 12 Vcc, o capacitor começa a se carregar através do resistor de 50 Ω. Como a tensão sobre a bobina aumenta de forma gradual, o relé não é acionado instantaneamente. Após aproximadamente 100 ms, a tensão e a corrente na bobina atingem um nível suficiente para que o relé atraque.
Esse pequeno atraso foi utilizado para estabelecer a sequência de acionamento desejada no amplificador: primeiro ocorre a entrada do sinal de RF e, em seguida, a aplicação do Bias de aproximadamente −36 V na válvula.
Esse circuito é justamente para evitar hot switching, RF de alta potencia passar pelo rele de comutação de antena ainda aberto, causando centelhamento nos contatos e desgastes da válvula.
O circuito é simples, possui poucos componentes e atende à necessidade de temporização do projeto, mantendo o sistema de Bias independente do circuito de acionamento do relé de antena.
12 – Desenvolvimento do painel de instrumentos e controles

Nesta etapa do projeto foi desenvolvido o painel frontal do amplificador linear, responsável por concentrar os principais instrumentos, controles e indicações de operação do equipamento.
O painel será confeccionado em chapa de aço inoxidável
A disposição dos instrumentos e comandos foi definida previamente no desenho do painel, permitindo organizar os elementos de forma funcional e facilitar a operação do amplificador. Antes da montagem definitiva, serão realizados os recortes, furos e demais usinagens necessários para a instalação dos instrumentos, chaves, conectores e demais componentes.
Após a preparação e acabamento da chapa, será realizada a serigrafia do painel, onde serão aplicadas as identificações dos instrumentos, comandos e demais informações necessárias para a operação do amplificador.
A ideia é manter uma identidade visual limpa e organizada, mas ao mesmo tempo preservar o aspecto de um equipamento construído artesanalmente, característica presente em muitos projetos de amplificadores valvulados homebrew.





13 – Ajuste e calibração da tensão de filamento da GS35B
Nesta etapa, foram realizadas a medição e a correção da tensão de filamento (12,6 Vac) e da tensão de polarização da válvula (36 Vdc no cátodo).
No circuito de filamento, identificou-se uma tensão de 13,5 Vac no secundário do transformador sob carga, sendo necessário o valor nominal de 12,6 Vac. Para solucionar o desvio, adicionou-se um resistor de 0,15 Ω por 3 W. Com base na Primeira Lei de Ohm e nas fórmulas de potência (P = V \I), obtiveram-se os seguintes parâmetros:
Queda de tensão: 0,15 × 4 = 0,6 V
Potência no resistor: P = 0,6 × 4 = 2,4 W
Resistor de 3 W está trabalhando a 80% da potência nominal.





14 – Calibração do miliamperímetro de corrente de ânodo
Esta etapa é fundamental para garantir a correta indicação da corrente de ânodo durante os testes e a operação do amplificador linear de HF. Antes de realizar qualquer ensaio com alta tensão, é necessário verificar e calibrar o instrumento de medição, assegurando que sua escala corresponda à corrente real que circula pelo circuito.
O procedimento consiste em determinar a tensão necessária para levar o ponteiro do miliamperímetro ao fundo de escala e, a partir desse valor, calcular a resistência de derivação (shunt) necessária para estabelecer a corrente máxima de leitura desejada.
No instrumento utilizado neste projeto, foi medida uma tensão de aproximadamente 200 mV (0,2 V) para atingir o fundo de escala. A corrente máxima de ânodo definida para a escala do instrumento é de 1,3 A.
Aplicando a Lei de Ohm, temos:
R = U / I
Onde:
- R = resistência elétrica, em ohms (Ω);
- U = tensão medida no instrumento, em volts (V);
- I = corrente de fundo de escala, em ampères (A).
Substituindo os valores:
R = 0,2 / 1,3 ≈ 0,154 Ω
Portanto, o valor calculado para a resistência é de aproximadamente 0,15 Ω. A potência dissipada pelo resistor, considerando a corrente de 1,3 A, é:
P = R × I²
P = 0,154 × 1,3² ≈ 0,26 W
Dessa forma, foi selecionado um resistor de 0,15 Ω / 3 W, proporcionando uma margem de potência nominal adequada para essa aplicação.




15 – Ajustes de Bias e diagnóstico da válvula GS35B
Ajuste de Bias, estou exatamente nessa etapa, tentando entender o porque a válvula não polarizava ao ser aplicado GND no catodo.
Procedimento de ajuste de Bias:
Para medir a tensão de Bias no amplificador linear com a válvula tríodo russa GS-35B, você deve medir a tensão contínua (DC) de separação entre o catodo e a grade (chassi). Como a GS-35B opera em configuração de grade aterrada (grounded-grid), a tensão de Bias é aplicada elevando o potencial do catodo acima do potencial da grade (que está conectada diretamente ao terra/chassi).
Ajuste o multímetro para a escala de Tensão Contínua (Volts DC) (mínimo de 60V ou 100V).
Conecte a Ponta Preta (COM) ao chassi metálico (GND/Grade). Conecte a Ponta Vermelha diretamente na linha do Catodo (após o indutor de choque de filamento/catodo, na placa de Bias).
Modo Standby (Corte): Com o linear ligado e em Standby (sem acionar o PTT), meça o valor, Deve registrar cerca de +50V a +56V DC. Essa tensão alta bloqueia a válvula (corte total de corrente de repouso).
Modo TX (Operação/Repouso): Acione o PTT do amplificador sem aplicar sinal de RF (excitação zero) e leia o valor, Esta é a sua Tensão de Bias de trabalho. O valor típico deve estar entre +27V e +45V DC.
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LINHA DE INVETIGAÇÃO DA NÃO CONDUÇÃO DA GS35B:
1º- verificar se a placa W4ZT esta funcionando, se estava funcionando como um chaveador controlando a quantidade de GND no catodo, placa foi submetida a bancada de testes e a mesma esta funcional: OK



2º Verificar o caminho do GND até a placa W4ZT: ok
3º Verificar impedancias de grade, filamento, catodo: OK
3º Fazer o teste de estalo, com uma carga (15x lampadas incandecente 220v) na entrada do trafo de alta aplicar diretamente o GND ao catodo de forma rapida para ver se a valvula consome corrente de anodo: Nada aconteceu.
4º Substituir valvula GS35B por uma valvula de testes, GI46 ou GS31.
GS35B foi removida e foi enviada para amigo IURI em Aparecida de Goiania para fazer mais testes com a valvula, a principio não iremos descartar a valvula.


Um detalhe que me deixou apreensivo foi que ao olhar próximo dos conetores das GS35B encontrei a palavra BAD que foi escrita e posteriormente apagada, pode ter sido escrito erroneamente e apagada, ou realmente a valvula esta pifada, iremos aguardar o diagnostico do Iuri.
Hoje Feriado do dia 12/10 2026 instalei uma valvula GS31 “Pifada”, me dado de presente pelo radioamador Marcelo somente para testes e a mesma conduziu perfeitamente entre anodo e grade 40Vdc e 50ma no Bias, que ja foi um excelente sinal de que o controlador de Bias W4ZT esta funcionando perfeitamente, ainda necessario testes com RF.

Dia 13/10 Inserido RF no linear e o mesmo amplificou perfeitamente nas bandas de 80 e 40 Metros, dando cerca de 500w em cada Banda (maximo que consigo medir no momento), para as bandas de 20, 15, 12 e 10 sera necessário ajustes no Indutor.




PROXIMOS PASSOS:
1- Ajustes das bandas
2- Finalização do painel de controle.
3- Troca da valvula.
4- Teste final

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